Homesphere

O mercado imobiliário já está a sofrer alterações!

  • 12 Set, 2022, 2:57

Já se realizam menos novos créditos e as escolhas estão a voltar-se para a periferia dos grandes centros urbanos.
Publicados os dados pelo banco central, Banco de Portugal (BdP) e Instituto Nacional de Estatística (INE), relativos ao passado mês de julho, mostram que os bancos concederam 1.345 milhões de euros de crédito à habitação, uma redução de 57 milhões de euros do que no mês anterior de junho. Os valores das avaliações dos imóveis para efeitos de concessão de crédito subiu em julho mais 10 euros, ficando em 1417 euros m2, sendo que o número de avaliações reduziu 6%, para 28.635, em comparação com o período homólogo.
Apesar do ligeiro abrandamento no mês de julho, situação de poderá continuar em época de férias, pois apesar das pessoas querem continuar a sair de casa, a casar, a juntarem-se, a ter filhos, a mudar de emprego, a ter mais filhos, a optar pelo divórcio ou separação e vão, pela lei natural da vida, continuar a partir, mesmo que lá fora estejam 40º à sombra.
No inverno e por existir alguma pressão das imobiliárias e mesmo os bancos para o atingir de objetivos, faz com que haja mais disponibilidade para compra e venda causada pela dinamização no despertar de necessidades e criação de oportunidades como por exemplo, campanhas dedicadas.
No entanto, não se descarta a possibilidade de se começar a notar uma falta de capacidade para a aquisição de habitação devido ao aumento do preço dos imóveis, e também receio e incerteza quanto ao aumento da inflação e dos juros.
A taxa de juro média dos novos empréstimos à habitação aumentou em Julho para 1,88%, face a 1,47% em Junho, a maior subida mensal desde 2003 e o valor mais alto desde Agosto de 2016.
Em Julho, mais de metade do montante dos novos empréstimos à habitação utilizou como indexante a Euribor a 12 meses, cujo valor médio subiu de 0,29% em Maio, para 0,85% em Junho.